VINTE E OITO (E OS BALÕES VERMELHOS)

Esse texto foi postado no meu fotolog, em 03/04/2008. Uma homenagem ao aniversário de 28 anos da minha amiga Yayá. Resolvi postar aqui também, já que o pessoal de lá gostou do texto.

Pois é... Ontem teve post especial e hoje também tem que ter, porque há quatro anos (Nossa! Como estou ficando velha – ou estamos?) as datas de ontem e hoje, pra mim, caminham juntas. Se eu esqueço dois de abril, esqueço três. Acho que foi a melhor coisa que aconteceu, esse negócio de 2 em 1.
E começou aqui mesmo, no fotolog, quando eu, no auge do meu (já famoso) ciúme automático, resolvi enviar uma mensagem que poderia ter ficado sem resposta, mas não ficou. Acho que era pra ser...
E tantas coisas aconteceram, né? Os dias ficaram nublados, mas tinha sempre alguém que largava balões vermelhos no céu, e ele ficava menos cinza. Acho que tudo (tudo mesmo) seria pior se há quatro anos (ai!), essas datas de abril não tivessem se juntado na minha vida. Enfim... Blá blá blá whiskas sachê. Não vou ficar falando. Porque eu sempre falo demais... aff! (E que bom que eu falo demais, também. Tem lá suas vantagens).
Feliz Aniversário.
(E é o 28. Acho que será o melhor!)
Que venham muitos balões vermelhos em dias nublados. E se eles estourarem, a gente enche outros... Pode padaria pegar fogo, shopping explodir... Mas os balões vermelhos a gente não pode deixar de encher.

Danih | 15.4.08 |

PRIMEIRO, EU QUERIA AGRADECER...

...ao pessoal que veio ler isso aqui por causa do blog da Capricho. Gostei demais de escrever por lá e me apeguei ao BBB8! Vocês não tem noção. Não tenho conseguido dormir num horário legal, muitos menos acordar na hora que deveria (Agora, por exemplo, são quase 6h da manhã e ainda não consegui dormir). Acostumei com as vozes deles e vou passar um bom tempo ainda digitando 152 (canal BBB da Sky) no controle remoto da minha televisão.

E a outra coisa que eu tenho pra dizer é que não deixo de gostar das pessoas que gostam de feijão, não quis dizer que o feijão é desnecessário na alimentação e, não, eu nunca passei fome. A história do feijão foi só uma metáfora (ou seja, uma coisa que não é exatamente aquilo) e muitas histórias como essa vão aparecer por aqui, pra quem se interessar. Quem passou pelo que eu passei, de “perder” um inimigo, entende a necessidade. Chega a ser mais necessário que o feijão, o arroz ou qualquer coisa que a gente chama de básico. Não tem nada a ver com situação econômica do país. Eu não estou aqui para falar de política, né?

O meu e-mail é o igualaocontrario@gmail.com pra quem quiser dizer alguma coisa (Não adiciono no Orkut, senão vou bagunçar toda a minha lista de amigos, mas fico feliz em conversar por email). Vocês podem comentar também (na janelinha de comentários, aqui embaixo) e prometo que assim que ajustar os meus horários volto a escrever.

Obrigada MESMO pela visita. Espero que gostem.

Esse post é especial pra Fernanda (acho que o nome dela é Fernanda... rs...) que fez vários comentários aqui e foi até no meu fotolog, pedir pra eu postar. Viu, Fernanda, eu vou postar! Pode deixar!

Danih | 3.4.08 |

INIMIGO É MAIS QUE FEIJÃO

Nunca entendi esse negócio de cesta básica. Arroz, Feijão, etc... Pra quê o Feijão? Existem coisas muito mais importantes na vida e uma delas é o inimigo. Digo isso com orgulho e tomo como exemplo a minha própria vida. Sempre tive pessoas indesejáveis e acabei me tornando o mesmo para elas, às vezes por motivos graves, outras por simples falta de choque entre nossos santos/anjos (não bateu, não adianta...). E por mais que eu tentasse reverter a situação, a outra parte não contribuía e virava uma guerra. Não dessas com violência (tirando pouquíssimos casos indiretos) e mortes, mas uma guerra saudável.

Hoje acordei com um pensamento diferente sobre os indesejáveis da minha vida. Descobri que sou tão necessária pra eles quanto eles são pra mim. Afinal, isso aqui não é colônia de férias, né?

Ps.: É assim que funciona. Vou escrever quando tiver vontade e deixar tudo empilhadinho aqui. Juro que aviso por Twitter os novos posts... e outra coisa: Não como feijão.

Danih | 4.2.08 |

A ATITUDE QUE EU NÃO CONSIGO TER

Tem horas em que eu acho válido e corajoso o fato de chegar no ex-colégio e matar cem pessoas, como alguns americanos costumam fazer. Afinal, você fica uns quinze anos ali dentro, sendo sacaneado, humilhado e ridicularizado por toda e qualquer coisa. Acho que a educação ainda tem muito pra evoluir... Exemplo? Fulano estuda só para o que ele quiser fazer quando crescer. Eu teria passado a minha vida escrevendo redações, escutando histórias de mil novecentos e bolinha, interpretando textos chatos e respondendo sobre nacionalidades, personalidades e estilos dos escritos antigos. Nada de números, multiplicações, logaritmos, hidrogênio, oxigênio, gases nobres, metais alcalinos, "yo soy fulanito", órgãos inúteis de animais africanos.
E porque eu estou falando tudo isso? Simples. Eu não acho nada legal você acordar às 5h da manhã - às vezes com cólica, dor de dente, dor de cabeça, tomar seu banho, seu cafézinho e comer seu pãozinho, pegar um ônibus lotado de gente já suada e cheirando mal, chegar no colégio às 7h05 todo dia, escutar do coordenador que "Chegando atrasada? Acorda mais cedo" e passar longas seis horas escutando meia dúzia de professores falarem sobre as besteiras anteriormente citadas. Duas vezes por mês você faz provas sem a mínima lógica, que te perguntam coisas como "O céu é azul, então a que família pertence o Hidrogênio?"... Daí você chuta qualquer besteira, tira uma nota ridícula e no fim do ano vai pra Prova Final. Você precisa de UM PONTO, chega às 7h45 (sendo que nos outros dias, você chegou às 8h), o cara TE BARRA dizendo que a sua prova acabou há meia hora, te dá um belo de um zero e agora você vai ter que tirar CINCO. CINCO PONTOS!!! As suas chances de repetir aumentam consideravelmente com isso...

Sabe, nessas horas eu acho que meus professores deviam agradecer por eu não ter porte de armas, nem coragem de matar alguém, seja lá de que forma for.

Ps: Eu sei que o Hidrogênio é o único da tabela periódica que não tem família. E que fique claro que isso eu aprendi no orkut.

Danih | 30.11.07 |

ZEH, MEU RENATO RUSSO DA AUGUSTA

Não sei como nem por qual motivo baixei uma música do Borderlinerz, banda paulista liderada pelo Zeh. Ele e suas belas letras, que me parecem ser escritas para uma única musa, conseguiram me prender e comover. A cada CD parece surgir mais um pedaço desse grande quebra-cabeça romântico. A cada música uma frase que me marca e me faz pensar sobre tudo.

Enfim.
Escrevi isso para poder dizer que já está disponível no Trama Virtual o novo CD do meu Renato Russo da Augusta, "A verdade sobre a mentira". E posso dizer? Arrasou, Zeh! Só não abandone o Rock. Nem por ela... Seria um pecado.

Ps: Adoro Renato Russo e acho que, dos cantores nacionais, é o que mais fala coisas incríveis nas músicas.

Danih | 28.11.07 |

GRACE SEM WILL, WILL SEM GRACE

Os piores epsódios da minha série favorita, Will & Grace, são aqueles em que o Will e a Grace não estão se falando. Afinal, melhores amigos devem se falar pra sempre... ou, pelo menos na teoria, era pra ser assim. Assumo que chorei e ainda choro quando, na última cena do último epsódio da última temporada, o Will e a Grace, sentados numa mesa com Jack e Karen, fazem as pazes. No fundo toca "You're my best friend" (Queen), e foi por causa dessa música que eu resolvi escrever esse post, que está guardado aqui dentro há um tempinho.
Eu tinha um melhor amigo. E passamos por tanta coisa... Eu tinha uma pessoa fixa pra conversar, pra me dar parabéns no meu aniversário, pra ir ao cinema e até pra ficar sentado comigo no chão do quarto, fazendo nada. Eu tinha alguém que, mesmo depois das brigas, vinha correndo me contar as novidades. Alguém que tinha uma cicatriz feita por mim, num momento de raiva, e nem por isso me odiava. Alguém que eu achava que gostava de mim do jeito que eu sou... Mas há um ano isso tudo acabou e passei a viver querendo que os dias passassem rápido. Passei a querer me livrar de tudo o que me lembra os cinco anos passados.
Amizades infelizmente acabam, e o que me deixa mais triste é que tudo isso virou pó por um motivo tão bobo. Um motivo bobo que me fez perceber quão insignificante eu era. E porque não vou lá, correr atrás pra refazer o estrago? Porque o meu Will pouco se importa com esses cinco anos. O mais importante pra ele é o orgulho de ser sempre o certo da história. Mesmo quando não é bem assim.

Danih | 27.11.07 |

MAIS UMA VEZ, UM BLOG

Escrevo desde os doze anos, tive cerca de oito blogs e alguns deles aqui no Blogger Brasil. Me irrito quando o sistema expira. Quando eu era menor eu achava que ele espirrava *atchim!*, mas com o tempo aprendi que isso quer dizer que acabou a sessão, ou melhor, os caras te deslogaram e você tem que digitar a sua senha outra vez e seu texto... bom, seu texto foi pro limbo. Por esse motivo, matei vários blogs e me mudei para o Blogger.com (Também conhecido como Blogspot). Mas sabe aquela coisa de CSS? Me incomoda. Não por ter o mesmo nome da banda da Lovefoxxx, mas por ter uma tecnologia (eu sei lá se isso é tecnologia, mas foi a palavra que eu encontrei) impossível. Muita coisa pra minha cabeça. HTML já é chato, imagina uma coisa que me lembra aquela droga de "Alala alala"...

Lembrete
Criar um layout bonitinho. Criei. Ficou uma gracinha.

Danih | 26.11.07 |

QUEM?

Daniella, mas você pode me chamar de Danih se quiser. 18 anos, Carioca. "Igual ao Contrário" é só uma forma de descrever as coisas que vocês vão ver nesse blog. E acho que é só isso... Depois se eu pensar em alguma coisa interessante, escrevo aqui.

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